12/08/2015 - Criando o futuro


Irmãos e irmãs na fé, nesta semana em que a igreja nos convida a refletir, a olhar para a vocação da família que encontrou no 19o domingo do tempo comum o alimento que sacia a fome e a adesão livre a Jesus que disse: "Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne, entregue para a vida do mundo" (Jo 6,51).

Este alimento visa ajudar-nos a testemunhar na sociedade de hoje sedenta de fome e da promoção humana, a bondade, a compaixão, o amor e o perdão.

Para que isso tenha um progresso harmonioso no testemunho da fé, a Palavra do Senhor continua nos conduzindo pelos caminhos de hoje. Na primeira leitura do livro do Deuteronômio, vemos Moisés aquele que o Senhor chamou para realizar uma missão de libertação, que a humanidade perdera no início da criação. Moisés será aquele que irá levar o povo a recuperar a esperança do futuro.

Esperança e algo impulsiona para a frente na certeza de alcançar um novo futuro. Porém disse o Senhor para Moisés: "O Senhor lhe disse: Eis a terra pela qual jurei a Abraão, Isaac e Jacó, dizendo: Eu a darei à tua descendência. Tu a viste com teus olhos, mas nela não entrarás" (Dt 34, 4). Moisés viveu em profunda intimidade com Deus. A vista e o rosto de Moisés permanecem jovens, porque ele viu a Deus, falou com ele. Moisés pôde, assim, abranger com o olhar toda a terra prometida.

Meus irmãos na fé, deveremos muitas vezes, em momentos culminantes, dar uma vista panorâmica retrospectiva em nossa vida e em nossa terra, para nelas encontrar a obra de Deus. Se a terra prometida da vida é sinal da futura, a fidelidade de Deus a nós, "não fiéis", é garantia de esperança.

Por isso a garantia desta esperança se realiza plenamente em Jesus Cristo, o Novo Moisés, que nos dá a herança prometida o céu.

Nesta semana da família é importante reerguer o olhar para o futuro que tem na ciração do todo o amor de Deus:"E disse tudo era bom". Do mesmo sopro divino vivendo mulher e homem, imagem de Deus, sendo parceiros de vida a caminho cantem a glória ao Senhor rei dos céus. Contemplar, no princípio criador, o nascimento da família. Homem e mulher são chamados, então, a viver e a construir a vida e a prosperidade nas dimensões unitiva e procriativa, contribuindo para a construção do Reino de Deus, aqui na terra.

Diante dos inúmeros desafios da família bombardeada com as novas culturas dos centros urbanos, surgem questionamentos, dúvidas para onde ir, a igreja nos propõem o caminho: "O amor de Jesus faz fecunda a Igreja com novos filhos, pelo Batismo, e a Igreja cresce com esta fecundidade nupcial". (Papa Francisco, Homilia 02 de junho de 2015). "Da união conjugal entre homem e mulher origina-se a família, na qual nascem novos cidadãos da sociedade humana, os quais, para perpetuar o Povo de Deus, através dos tempos, se tornam filhos de Deus pela graça do Espírito Santo no Batismo". (Lumen gentium, n. 11).

Para criar o futuro a família precisa alimentar da Palavra, ou seja, que cada lar procure construir a casa da Palavra que encontra em Jesus o alicerce, a rocha firme, para bem realizar o dever de educar, mergulha as raízes na vocação primordial dos cônjuges à participação na obra criadora de Deus: gerando no amor e por amor uma nova pessoa, que traz em si a vocação ao crescimento e ao desenvolvimento, os pais assumem por isso mesmo o dever de ajudar eficazmente a viver uma vida plenamente humana (Familiaris consortio, n. 36).

Meus irmãos na fé o evangelho nos ensina a correção fraterna, pois havia nas primeiras comunidades cristãs, uma tendência a resolver, com uma certa dose de leviandade, os casos de desvio de fé. Os pequeninos eram as primeiras vítimas da intransigência. Jesus, porém, cuida para que a reunião da comunidade não se transforme numa espécie de tribunal. Antes, que busque descobrir o desígnio do Pai a este respeito. A certeza da presença do Filho de Deus, visa garantir a justiça num assunto tão fundamental.
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